
O estrangulamento do sistema de saúde é, paradoxalmente, fruto, também, da qualidade dos serviços prestados nas cidades. Boa parte dos pacientes tem domicílio em outros municípios e até mesmo em outros estados. Agrava a situação a “facilidade” de se adquirir um plano de saúde. Em ambos os casos, o usuário não tem culpa, uma vez que ele tem o direito de buscar a execução do serviço onde ele estiver disponível, sobretudo num município que é referência.
Essa é uma situação típica dos grandes e médios centros, que acabam recebendo demandas de outras regiões. Em razão disso, nunca será suficiente ampliar o número de leitos, se não forem estabelecidas políticas de contenção, isto é, de atendimento eficiente no entorno e não apenas na metrópole. Hoje, o que mais se vê nas grandes cidades são ambulâncias de outros municípios, pois é bem mais fácil comprar um veículo do que implantar e manter um local de atendimento adequado. E numa situação como essa, há sempre o risco de todos os serviços ficarem comprometidos.
É vital o estabelecimento de políticas que permitam aos municípios de menor porte manter não apenas unidades de saúde, mas também hospitais com capacidade para receber os seus pacientes, em vez de transferi-los. Os convênios estabelecidos, quando se trata do SUS, não existem na área particular. No primeiro, o município recebe por um consórcio - pouco, é fato - enquanto na rede privada os planos, cada vez mais, têm alcance nacional. Não pode, pois, rejeitar o atendimento.
Essa é uma das mazelas das metrópoles que só se resolverá quando a região, como um todo, tiver serviços com a mesma qualidade.
Editou: M. J. Ranieri, jornalista

3 comentários:
Oi paizinho lindo!!!
Primeiro obrigada por suas visitas constantes, vc é 1000.
Bom, vc tem razão, fizemos nossa escolha, agora temos q tocar a vida neh??? Mais te confesso q tah muito dificil, naum pensei q eu fosse ficar tão mal, tenho medo pq jah tive uma depressão muito forte, dakelas de tentar suicidio e tudo, foi uma fase ruim, entaum eu tenho medo q volte aquilo, juro q naum quero mais sentir isso, eh uma tristeza muito grande, eu to tentando, mais a saudade das meninas com a culpa de naum ter ficado lah com elas tah me corroendo, ai meu paizinho oq faço numa hora dessa, q decisão tomar??? Nessas horas queria meu avô, pra me dar o conselho certo, é possivel vc fazer isso por ele, dizer de verdade oq vc acha???
Se devo voltar e ficar com minhas filhas ou tocar a vida aqui com meu marido... Ontém cheguei a dizer pra ele que iria voltar, ele ficou tão triste...Tô perdida!!!
Ai meu paizinho, desculpa vir aqui te aborrecer, mais eu to precisando de alguem q eu confio e vc é essa pessoa... Bom, depois disso tudo...rs...Tenho q te desejar um dia cheio de energias positivas e naum deixe minha tristeza contaminar vc tah??? Fica com Deus...TE AMO!!
http://b0g0.net/mundodesoraia
Haha!
Ja estou acostumada pq antes bem ante sabe? eu estudava de manhã!
Nova Vida,Novos Colegas.
Uhum,já estou me acostumandu.
que nada.
bjão :heart: :heart: :kissing:
Há uns dois meses atrás eu fui parar com meu marido no pronto socorro, eram aproximadamente umas 2:00 horas da manhã e ele estava com uma dor de cabeça insuportável, nenhum medicamento que tínhamos fazia efeito.
Pois bem, chegando ao pronto socorro, tive uma visão terrível, pessoas deitadas pelo corredor, uma senhora vomitando, gente chorando, confusão... ficamos ali aguardando nossa vez.
Depois de meia hora ali, até eu já me sentia enferma (sério, acho que foi algo psicológico). 3 horas da manhã e nada... nos vimos obrigados a ligar naquela hora para o médico que o consultou havia algum tempo, muito gentilmente o médico foi abrir o consultório dele, para medicar e o meu marido.
Depois de meu marido medicado, fiquei aliviada, mas um pouco culpada, uma culpa esquisita, de ter conseguido atendimento e aquelas pessoas, sabe Deus se já tinham sido atendidas.
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