
O presidente Lula está disposto a cobrar de seus ministros uma participação mais ostensiva no combate à inflação. Não explicou como, mas foi claro ao dizer que se trata de uma causa comum e não apenas do núcleo central do Governo ou da área econômica. Todos os segmentos devem desenvolver políticas que não afetem a estabilidade da economia. Trata-se de uma postura correta sob o olhar imediatista, mas insuficiente, pois não basta o presidente pedir suporte de sua equipe para a economia voltar ao lugar que elevou a cotação do país diante do olhar estrangeiro.
Há uma série de fatores que devem ser levados em conta, uma vez que, embora os números ainda sejam saudáveis, a situação começa a causar preocupação no mundo inteiro. O petróleo sobe aos saltos e o preço dos alimentos aumenta na mesma proporção. Até na rotina das famílias é possível verificar que nem tudo está de acordo com os dados levantados no início de 2008 ou se comparados com o mesmo período do ano passado.
Na semana passada, quem foi às compras pôde constatar que a cesta básica subiu 49%, forçando uma mudança de hábitos de consumo, como era comum, aliás, nos tempos, de péssima lembrança, de inflação galopante. Nenhum reajuste salarial chegou a tal proporção, gerando uma luta desigual na formação do orçamento familiar. E aí, o consumidor também tem que tomar suas providências, não só mudando suas atitudes, mas também pesquisando preços, a fim de escolher a melhor opção.
A velha ciranda começa na ponta, com o preço dos insumos comprometendo a produção. O segmento, por sua vez, repassa para os supermercados que tentam reter o aumento, mas acabam, por mais que se esforcem, jogando a bola para quem vai às compras. Na bola dividida para enfrentar uma eventual crise, não há mais espaço para deixar todo o ônus para o consumidor.
Editou: M. J. Ranieri, jornalista

3 comentários:
Oi paizinho lindo!!
Passando para bater meu ponto...
TE AMO
Oi!
Haha.
Tah ok.Vi, vc gosta de escrever ou ler??
tudu bem com docÊ?
bjO pra docê..
Menino, parece que cada vez que ponho os pés no supermercado os preços sobem um pouquinho mais, como se fosse em doses homeopáticas, por aqui tá assim. Aqui em Manaus os preços já são absurdos, devido a distância da cidade em relação aos fornecedores. mas agora tá D++++.
Fico amedrontada em pensar, aonde isso vai parar. Éééguaaa!!! (isto não é uma ofensa e sim uma expressão paraense, usada no lugar do, eu hein)
=}
Beijos.
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